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quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Inacabados...



Um menino, enquanto brincava no chão, era acompanhado por sua mãe, que cuidando do filho ocupava-se de seu bordado. O menino, curioso como qualquer outro de sua idade, perguntou a mâe o que ela fazia com tanto apresso, e que ele, olhando de onde estava, na perspectiva baixa não entendia nada dos riscos e rabiscos que se formava.
A mãe, respondeu carinhosamente que também brincava, e assim criava seus desenhos.
Todo dia repetia-se a cena, o bordado avolumava-se, crescia e o menino ainda sem entender nada daquelas estranhas formas questionava a artista. Ela respondia:
- Filho, vai brincar que no momento em que você puder entender o que estou fazendo eu te mostro do lado certo.
Até que o dia chegou, depois de um bom tempo, a mãe chama o menino para que subisse ao seu colo, e quando ele pode contemplar a obra de sua mãe da forma que ela o via, ficou maravilhado:
- Mãe, que lindo esse quadro que pintou, esse riacho formoso, com o gramado verdinho e os cavalos correndo ao fundo. Que lindo mãe, mas como eu não conseguia ver isso?
- Filho, disse a mãe, quando se olha um bordado inacabado pelo lado do avesso, normalmente parece confuso, estranho e feio de ser visto. Mas para quem está bordando, e do lado certo de se olhar, a paisagem se forma de uma forma completa.

Não é assim a vida? As vezes olhamos para cima, fitamos o céu, e reclamamos dos traços que o artista está dando, nos contornos que ainda não entendemos:
- Pai, o que o Senhor está fazendo comigo?
E, parece que ele está pronto a responder:
- Filho, eu estou ainda bordando a sua vida querido.
Resmungamos:
- Mas Pai, está tão confuso, tão desarrumado, parece uma bagunça, isso é injusto! Por que não me parece nada bonito como o Senhor disse que faria?
- Acalme-se meu filho, continue a jornada, fique firme, vá em frente, no seu trabalho, na sua lida, em sua familia... confie em mim, eu estou pintando aquilo que planejei pra ti.
É assim, no avesso, antes de acabado é difícil entender a mente do Grande Artista... mas ele sabe o que faz, ele sabe o fim desde o começo. Confie nele!

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009



O último folheto

Todos os domingos à tarde, depois do culto da manhã na igreja, o pastor e seu filho de 11 anos saíam pela cidade e entregavam folhetos evangelísticos. Numa tarde de domingo, quando chegou a hora do pastor e seu filho saírem pelas ruas com os folhetos, fazia muito frio lá fora e também chovia muito. O menino se agasalhou e disse:

- Ok, papai, estou pronto. E seu pai perguntou:

- Pronto para quê?

- Pai, está na hora de juntarmos os nossos folhetos e sairmos. Seu pai respondeu:

- Filho, está muito frio lá fora e também está chovendo muito. O menino olhou para o pai surpreso e perguntou:

- Mas, pai, as pessoas não vão para o inferno até mesmo em dias de chuva? Seu pai respondeu:

- Filho, eu não vou sair nesse frio.' Triste, o menino perguntou:

- Pai, eu posso ir? Por favor! Seu pai hesitou por um momento e depois disse:

- Filho, você pode ir. Aqui estão os folhetos. Tome cuidado, filho.'

- Obrigado, pai! Então ele saiu no meio daquela chuva.

Este menino de onze anos caminhou pelas ruas da cidade de porta em porta, entregando folhetos evangelísticos a todos que via. Depois de caminhar por duas horas na chuva, ele estava todo molhado, mas faltava o último folheto. Ele parou na esquina e procurou por alguém para entregar o folheto, mas as ruas estavam totalmente desertas. Então ele se virou em direção à primeira casa que viu e caminhou pela calçada até a porta e tocou a campainha. Ele tocou a campainha, mas ninguém respondeu. Ele tocou de novo, mais uma vez, mas ninguém abriu a porta. Ele esperou, mas não houve resposta. Finalmente, este soldadinho de onze anos se virou para ir embora, mas algo o deteve. Mais uma vez, ele se virou para a porta, tocou a campainha e bateu na porta bem forte. Ele esperou, alguma coisa o fazia ficar ali na varanda. Ele tocou de novo e desta vez a porta se abriu bem devagar. De pé na porta estava uma senhora idosa com um olhar muito triste. Ela perguntou gentilmente:

- O que eu posso fazer por você, meu filho? Com olhos radiantes e um sorriso que iluminou o mundo dela, este pequeno menino disse: - Senhora, me perdoe se a estou perturbando, mas eu só gostaria de dizer que JESUS A AMA MUITO, e eu vim aqui para lhe entregar o meu último folheto, que lhe dirá tudo sobre JESUS e seu grande AMOR. Então ele entregou o seu último folheto e se virou para ir embora. Ela o chamou e disse:

- Obrigada, meu filho!!! E que Deus te abençoe!!!

Bem, na manhã do domingo seguinte na igreja, o Papai Pastor estava no púlpito. Quando o culto começou ele perguntou:

- Alguém tem um testemunho ou algo a dizer? Lentamente, na última fila da igreja, uma senhora idosa se pôs de pé. Conforme ela começou a falar, um olhar glorioso transparecia em seu rosto. - Ninguém me conhece nesta igreja. Eu nunca estive aqui. Vocês sabem, antes do domingo passado eu não era cristã. Meu marido faleceu a algum tempo, deixando-me totalmente sozinha neste mundo. No domingo passado, sendo um dia particularmente frio e chuvoso, eu tinha decidido no meu coração que eu chegaria ao fim da linha, eu não tinha mais esperança ou vontade de viver. Então eu peguei uma corda e uma cadeira, e subi as escadas para o sótão da minha casa. Eu amarrei a corda numa madeira no telhado, subi na cadeira e coloquei a outra ponta da corda em volta do meu pescoço. De pé naquela cadeira, tão só e de coração partido, eu estava a ponto de saltar quando, de repente, o toque da campainha me assustou. Eu pensei: 'Vou esperar um minuto e quem quer que seja irá embora' Eu esperei e esperei, mas a campainha era insistente; depois a pessoa que estava tocando também começou a bater bem forte. Eu pensei: 'Quem neste mundo pode ser? Ninguém toca a campainha da minha casa ou vem me visitar.' Eu afrouxei a corda do meu pescoço e segui em direção à porta, enquanto a campainha soava cada vez mais alta. Quando eu abri a porta e vi quem era, eu mal pude acreditar, pois na minha varanda estava o menino mais radiante e angelical que já vi em minha vida. O seu SORRISO, ah, eu nunca poderia descrevê-lo a vocês! As palavras que saíam da sua boca fizeram com que o meu coração que estava morto há muito tempo SALTASSE PARA A VIDA, quando ele exclamou com voz de querubim: - Senhora, eu só vim aqui para dizer QUE JESUS A AMA MUITO. Então ele me entregou este folheto que eu agora tenho em minhas mãos. Conforme aquele anjinho desaparecia no frio e na chuva, eu fechei a porta e atenciosamente li cada palavra deste folheto. Então eu subi para o sótão para pegar a minha corda e a cadeira. Eu não iria precisar mais delas. Vocês vêem - eu agora sou uma FILHA FELIZ DO REI!!! Já que o endereço da sua igreja estava no verso deste folheto, eu vim aqui pessoalmente para dizer OBRIGADA ao anjinho de Deus que no momento certo livrou a minha alma de uma eternidade no inferno.

Não havia quem não tivesse lágrimas nos olhos na igreja. E quando gritos de louvor e honra ao REI ecoaram por todo o edifício, o Papai Pastor desceu do púlpito e foi em direção à primeira fila, onde o seu anjinho estava sentado. Ele tomou o seu filho nos braços e chorou copiosamente. Provavelmente nenhuma igreja teve um momento tão glorioso como este e provavelmente este universo nunca viu um pai tão transbordante de amor e honra por causa do seu filho... Exceto um.

Este PAI também permitiu que o Seu Filho viesse a um mundo frio e tenebroso. Ele recebeu o Seu Filho de volta com gozo indescritível, todo o Céu gritou louvores e honra ao Rei, o PAI assentou o Seu Filho num trono acima de todo principado e potestade e lhe deu um nome que é acima de todo Nome. Bem aventurados são os olhos que vêem esta mensagem. Não deixe que ela se perca, leia-a de novo e passe-a adiante. Lembre-se: a mensagem de DEUS pode fazer a diferença na vida de alguém próximo a você.

a pedidos, ilustração de uma mensagem na igreja.