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terça-feira, 28 de agosto de 2012
Com quem andas?!?
O ditado é conhecido. As pessoas, nem tanto. Preconceito, desinformação ou incompetência em lidar com o que não conhecemos revelam como são frágeis e pretensiosas nossas avaliações. Um exemplo clássico: Jó. Ele tinha amigos. Três amigos especiais. Bildade, Zofar e Naamá. Diga-se de passagem, não muito recomendáveis. No entanto, é quase um exagero o que se sabe sobre Jó, não fosse o próprio Deus quem afirma: “Não há ninguém na terra como ele”.
Definitivamente, não é possível conhecer alguém pelos que o rodeiam. Eliú, outro amigo, como que acusando-se, sugeriu que Jó andava em más companhias: “Ele anda com homens maus e se ajunta com gente que não presta” (Jó 34.8).
Moisés é outro bom exemplo. Quando Deus o chamou e disse que via o sofrimento daqueles que o rodeavam e que o havia escolhido para libertá-los, sua reação foi patética: “Quem sou eu?”. Também reagimos assim. Quase sempre “medimos as coisas de acordo com o nosso tamanho”. Para a psicanalista Karin Wondracek, em Caminhos da Graça, a resposta de Deus é “paradoxal”. Ele “não afirma nada sobre Moisés, nem procura infundir nele uma auto-imagem confiante”. Quem sabe um investimento em “marketing pessoal” ou “networking”. O que Deus faz é afirmar o essencial a respeito dele mesmo: “Eu estarei contigo” (Êx 3.12). O fator decisivo na história de Moisés não é quem ele é, mas o fato de estar junto de um Deus que É.
Enfim, Jesus também foi cercado por “um bando de homens maus” (Sl 22.16). Armadilhas, mentiras, engano nos lembram que não somos rodeados apenas de amigos, admiradores ou irmãos. E o que sou não depende dos que me cercam. “As cordas dos ímpios” não se arrebentam com facilidade: “Embora as cordas dos ímpios queiram prender-me, eu não me esqueço da tua lei” (Sl 119.61).
Fonte:
http://www.ultimato.com.br/conteudo/diga-me-com-quem-andas/wondracek
sábado, 25 de agosto de 2012
O cristão é diferente demais!
Um cristão verdadeiro é uma pessoa estranha em todos os sentidos. Ele sente um amor supremo por alguém que ele nunca viu; conversa familiarmente todos os dias com alguém que não pode ver; espera ir para o céu pelos méritos de outro; esvazia-se para que possa estar cheio; admite estar errado para que posa ser declarado certo; desce para que possa ir para o alto; é mais forte quando ele é mais fraco; é mais rico quando é mais pobre; mais feliz quando se sente o pior. Ele morre para que possa viver; renuncia para que possa ter; doa para que possa manter; vê o invisível, ouve o inaudível e conhece o que excede todo o entendimentoterça-feira, 7 de agosto de 2012
Desocultados pela Luz
Adolescente, morava em Cianorte, no interior do Paraná.
Nossa casa na rua Mato Grosso era de madeira, como parte das residências dos anos 70 na região norte-novíssimo daquele estado.
Meu quarto ficava de frente para a rua e para o sol. Pela manhã, eu podia ver um facho de luz entrando por uma fresta. E no facho de luz, eu podia ver os minúsculos flocos de poeira se tocando como se se enfrentassem.
O quarto me parecia limpo, que minha mãe, Loydes, era muito cuidadosa. O sol, no entanto, revelava as impurezas que as trevas da noite escondiam. Diante de uma luz forte, não existe pureza.
Este é o drama dos seres humanos diante de Deus.
Ele nos pede que sejamos santos.
Se ficamos longe dele, nós nos aprovamos, porque não vemos o quão impuros somos.
Se nos aproximamos dele, vemos a nossa impureza. Por isto, Isaías tremeu: "Ai de mim!".
A crueza da realidade nos leva a uma encruzilhada, em que se bifurcam duas possibilidades.
A primeira é nos mantermos nicodemicamente distantes dele, autoindulgentes em nosso próprio engano.
A segunda é nos aproximarmos cada vez mais dele, para sermos cada dia mais santos. A visão de nossa própria sujeira nos empurra, não para o desespero, mas para a esperança de hoje podermos ser mais santos que ontem e amanhã mais puros que hoje.
A santidade é um projeto para a vida inteira, tal como a felicidade, o melhor presente que santidade traz.
Nossa casa na rua Mato Grosso era de madeira, como parte das residências dos anos 70 na região norte-novíssimo daquele estado.
Meu quarto ficava de frente para a rua e para o sol. Pela manhã, eu podia ver um facho de luz entrando por uma fresta. E no facho de luz, eu podia ver os minúsculos flocos de poeira se tocando como se se enfrentassem.
O quarto me parecia limpo, que minha mãe, Loydes, era muito cuidadosa. O sol, no entanto, revelava as impurezas que as trevas da noite escondiam. Diante de uma luz forte, não existe pureza.
Este é o drama dos seres humanos diante de Deus.
Ele nos pede que sejamos santos.
Se ficamos longe dele, nós nos aprovamos, porque não vemos o quão impuros somos.
Se nos aproximamos dele, vemos a nossa impureza. Por isto, Isaías tremeu: "Ai de mim!".
A crueza da realidade nos leva a uma encruzilhada, em que se bifurcam duas possibilidades.
A primeira é nos mantermos nicodemicamente distantes dele, autoindulgentes em nosso próprio engano.
A segunda é nos aproximarmos cada vez mais dele, para sermos cada dia mais santos. A visão de nossa própria sujeira nos empurra, não para o desespero, mas para a esperança de hoje podermos ser mais santos que ontem e amanhã mais puros que hoje.
A santidade é um projeto para a vida inteira, tal como a felicidade, o melhor presente que santidade traz.
Desejo-lhe um BOM DIA.
Israel Belo de Azevedosábado, 4 de agosto de 2012
Deus entre políticos
No seu diário espiritual, "A Caminho de Daybreak", Henri Nouwen, conta um episódio extremamente interessante e surpreendente, muito mais em dias que pensamos em demasia na politica.
Durante um encontro com políticos eminentes em Washington (Estados Unidos), Henri Nouwen teve oportunidade de falar essencialmente sobre Jesus e o Evangelho, e não sobre política.
Sobre esse encontro ele escreveu: "O que mais me impressionou foi a ânsia demonstrada por todos os que hoje encontrei de ouvir falar da presença de Deus neste mundo. Parecia que nunca se cansavam de me ouvir. Durante as duas horas que durou o meu almoço com o Senador Hatfield e os seus colaboradores, nunca se falou de política. Toda a nossa atenção foi absorvida por questões relacionadas com o Novo Testamento, com uma vivência frutífera, com o desenvolvimento de relações significativas, como a oração, a obediência e lealdade.
Enquanto conversávamos, fui-me apercebendo de que estávamos, na verdade, a aproximar-nos mais dos verdadeiros problemas do mundo do que teria sucedido num debate acerca da política corrente.
A certa altura perguntei ao Senador Hatfield:
- Como é que eu posso ser útil ao Senado dos Estados Unidos?
- Venha falar-nos do perdão, da reconciliação e da maneira de vivermos em paz uns com os outros. Há tanta amargura e ressentimento, existe tanta inveja e rancor na vida dos políticos, tanto no trabalho como em casa, que qualquer palavra de conforto será recebida de mãos abertas.
Mais tarde, Douge Coe pediu-me que digirisse um retiro para vinte membros da Organização dos Jovens Presidentes. Perguntei-lhe:
Quem são os jovens presidentes?
- São pessoas, na sua maioria homens, que ganharam mais de um milhão de dólares antes dos trinta anos, que dirigem uma companhia com o mínimo de cinquenta trabalhadores e possuem influência significativa.
Qual é a finalidade do retiro?
- Eles desejam profundamente conhecer Jesus. Irão a qualquer ponto do mundo, no dia que quiser, só para ouvir falar de Jesus.
É preciso dizer mais alguma coisa? Porque é que eu tenho que desejar mais do que Jesus, se todas as pessoas que encontro me pedem para o proclamar?
-(Henri Nouwen, em "A Caminho de Daybreak")
http://seguirjesus.blogspot.com/
sexta-feira, 29 de junho de 2012
terça-feira, 26 de junho de 2012
Oração de Consagração!
Neste dia, com a maior seriedade, rendo-me a ti.
Renuncio a todos os senhores anteriores
que tiveram domínio sobre mim;
consagro a ti tudo o que sou, e tudo o que tenho;
as minhas faculdades mentais, os membros do meu corpo,
minhas posses neste mundo,
meu tempo e minha influência sobre os outros;
para que tudo seja inteiramente usado para tua glória,
e resolutamente empregado
em obediência às tuas ordens enquanto mantiveres a vida...
A ti entrego a administração de todos os eventos,
e digo sem reservas:
"Não seja feita a minha vontade, mas a tua".
Philip Doddridge
(The rise and progress of religion in the soul)
(O surgimento e o progresso da religião na alma)
Philip Doddridge foi uma das grandes influencias espirituais dos séculos XVII e XVIII, principalmente porque sabia dispor e acalmar sua alma ao conversar com Deus.
Os estudantes da escola de ministério que ele fundou gostavam de suas aulas e, segundo alguns, aturavam seus sermões. Entretanto, foram suas orações que mais influenciou a vida deles.
No filme Amazing Grace, que conta a história de Willian Wilberforce e sua paixão por abolir o comércio de escravos nos EUA, o livro de Doddridge é visto em sua cabeceira.
Retirado de:
Princípios de Relacionamento de Jesus.
Tom Holladay
Ed. Vida
sexta-feira, 15 de junho de 2012
Um brinde ao Deus que me salvou!
Como posso retribuir ao Senhor
toda a sua bondade para comigo?
Erguerei o cálice da salvação
e invocarei o nome do Senhor . (Salmos 116:12, 13 NVI)
A pergunta que o salmista faz é pertinente: como retribuo tanta bondade de Deus para comigo?
A resposta que ele mesmo apresenta é surpreendente: um brinde!
Vou levantar um brinde, uma taça de vinho cheio, que celebre o Deus da minha salvação, que O honre com o brado de júbilo que parte de minha saudação àquele que me salvou.
Um brinde cheio de alegria (pois o vinho biblicamente é símbolo e instrumento de alegria), um convite aos que podem ouvir o meu grito, e toda a gratidão e reconhecimento ao que tenho recebido do Deus a quem saúdo!
Um brinde ao Senhor, pois Ele me salvou!
Saúde! Paz e Alegria!
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