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quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Confie na orientação de Deus


Numa viagem ao Reino Unido, nossa família visitou um castelo.
No centro do jardim havia um labirinto. Fileiras e mais fileiras de arbustos, cuja altura chegava nos ombros, levavam a um beco sem saída atrás do outro. Uma passagem bem-sucedida pelo labirinto dava na porta para uma grande torre no centro do jardim. Se você olhar as fotos da viagem que nossa família tirou, verá quatro dos cinco membros em pé no topo da torre. Hum... alguém ficou no chão. Adivinhe quem foi?
Fiquei preso entre as folhagens. Simplesmente não consegui encontrar a saída.
Ah, mas então ouvi uma voz do alto. “Ei, papai!”. Olhei para cima e vi Sara, espiando por uma torreta nas alturas.
- “Você está indo na direção errada”, explicou ela. “Volte e vire para a direita.”
Você acha que eu confiei nela? Não precisava. Eu podia ter confiado em meus próprios instintos, consultado outros turistas confusos, ter sentado, batido o pé e questionado por que Deus havia deixado aquilo acontecer comigo. Mas sabe o que eu fiz? Eu ouvi. A posição privilegiada dela era melhor que a minha.
Ela estava acima do labirinto. Podia ver o que eu não conseguia enxergar.
Você não acha que deveríamos fazer o mesmo com Deus?

“Deus vive lá nas alturas dos céus” ( Jó 22.12, NBV). “O Senhor está exaltado acima de todas as nações” (Sl 113.4). Ele não é capaz de ver o que nos ilude? Ele não quer nos resgatar e nos conduzir para casa? Então devemos fazer o que Jesus fez.

Confie nas Escrituras. Duvide de suas dúvidas antes de duvidar de suas crenças. Jesus disse a Satanás: “Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus” (Mt 4.4). O verbo proceder significa literalmente “que se derrama”. O tempo verbal sugere que Deus está se comunicando de maneira dinâmica e constante com o mundo por meio de sua Palavra. Deus ainda fala!


Max Lucado, O Salvador mora ao lado

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

NÓS DESATADOS


NÓS DESATADOS

Por que me amarro neste cais?
Por que me escondo no porão?
Se o mar aberto é muito mais
E o céu aberto imensidão
Nem sei...
Por que me amarro ao verbo ter?
Por que me escondo tanto assim
Nas aparências do poder
E me encolho dentro em mim?
Se o unigênito de Deus
De seu poder se esvaziou
Mas no barquinho para os seus
O mar e o vento aquietou
Já sei!
A quem criou os céus e o mar
A quem seu próprio Filho deu
Meu coração vou entregar
Navegar, voar, ser seu.

*Wolô é poeta e compositor.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Sonhos, projetos e balões

ENCHENDO BALÕES NUMA FESTA DE CRIANÇA



Numa festa para crianças, tocou-me, antes do início, encher os balões.
Os balões se comportaram muito bem. Eram rosas. Coloriram e alegram o ambiente, num aniversário de menina. Resistiram até o fim.
Ao final da festa, precisei ajudar a explodi-los. Vazios, ocupam pouco espaço. Cheios, parecem que ocupam o mundo.
Balões de festa (chamadas de bexigas, em outras lugares) são uma boa metáfora para os nossos projetos.
Quando, murchos ainda, começam a ganhar o ar de nossos pulmões, representam os nossos sonhos. Cheios, penduradas na sala, são os nossos projetos. Ao fim, sao estourados porque cumpriram seu objetivo: alegrar a festa.
Nasce o sonho, que se torna projeto, que culmina em realidade. Este é o ciclo, que precisamos renovar com novos sonhos e novos projetos.
Falhamos quando não temos projetos.
Falhamos também quando permitimos que estourem nossos balões antes do fim da festa. Precisamos, como balões, ficar no alto da sala, para que o alfinete da crítica não nos esvazie, para que o soco da amargura não nos trave, para que o ataque dos "sábios" que nada realizam não nos desanime.
Há vidas que esperam por nós. Vamos alegrá-las com os nossos balões.


Desejo-lhe um BOM DIA.
Israel Belo de Azevedo

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Libertos para Amar...

   
   
A vida cristã começa quando somos libertados das prisões de nossa própria fabricação. 
O amor da cruz abre as portas da prisão da memória. 
O passado é perdoado e o futuro se abre para novas possibilidades... 
O passado não pode ser uma fonte de confiança nem de condenação. 
Deus dividiu graciosamente a nossa vida em dias e anos, a fim de podermos abrir mão do ontem e esperar os amanhãs... 
Somos libertados para aceitar e amar a nós mesmos como somos amados pelo Senhor. 
Isto remove os grilhões dos nossos relacionamentos.

“Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (Jo 8:36)

( Lloyd Ogilvie)

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Vai crescer?


Antes crescei na graça e conhecimento de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. A ele seja dada a glória, assim agora, como no dia da eternidade. Amém.                                    2 Pedro 3:18


Todos já ouvimos alguém nos perguntar o que desejamos ser quando crescermos.  Não tem nenhum sentido a pergunta primeiro porque ainda não temos o conhecimento necessário para uma escolha tão importante, e também porque a vida dá muitas voltas e por isso ocorrem muitas mudanças. A resposta mais certa de todas é que, quando crianças temos o profundo desejo de crescer. Sim, eu quero crescer, ser “gente grande”, diria qualquer criança.
Esse é um desejo que todo novo convertido tem no afã de conhecer mais a Deus e as coisas de Deus, mas que vai perdendo a intensidade no meio de uma vida pacata e acomodada.
Somos convidados pelo apóstolo Pedro a crescer “na graça e conhecimento de nosso Salvador”. Conhecer mais de Cristo e aprofundar-se na graça, no favor, na bondade, na manifestação do amor que Ele tem para conosco. Muitos cristãos se perdem em crescer em títulos, funções, obrigações ou na listinha de “pode e não pode” da religiosidade, mas perde a oportunidade de fazer com que o caráter de Cristo se manifeste nele e através dele.
Esse é meu desafio a você amado: vamos crescer e usufruir de tantas bênçãos e de tanto compartilhar do amor de Deus para com os que Ele nos convida a amar. Esse é a pergunta: você quer crescer? Então vamos crescer juntos em Cristo Jesus!              
Seu, Pr. Eliezer



“Uma vida sem confronto não tem direção, não tem alvo; é passiva. Quando o ser humano não é desafiado, tende a vagar, andar a esmo ou estagnar." (David Augsburger)

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Lutas por dentro e por fora.



Atravessou aquelas regiões, animando muito com as suas mensagens os cristãos. (Atos 20.2)
Mais de cinco anos depois de ter estado na Macedônia e Acaia (50 d.C.), Paulo se despede dos crentes de Éfeso e volta àquelas regiões. Teria visitado Filipos, Tessalônica, Bereia, Atenas e Corinto? Teria se encontrado com Lídia, com a adivinhadora e com o carcereiro em Filipos? Com as “muitas senhoras da alta sociedade” e Jasão em Tessalônica? Com os pesquisadores das Sagradas Escrituras de Bereia? Com os filósofos epicureus e estoicos, com Dionísio e Dâmaris em Atenas? Com Tício Justo e Crispo em Corinto? Teria prolongado a viagem até as regiões de Ilírico e Dalmácia (hoje conhecidas como Iugoslávia e Albânia), como se deduz de sua informação de que pregou o evangelho de Jerusalém até o Ilírico (Rm 15.19)?
O que o livro de Atos revela com certeza é que o apóstolo “atravessou aquelas regiões, animando muito com as suas mensagens os cristãos” (20.2). Outros verbos enriquecem essa informação: Paulo fortaleceu, encorajou e exortou. Fez isso detidamente e com frequência, por meio de mensagens, muitos discursos, muitas palavras, muitas alocuções e muitas exortações. A característica de Paulo é que ele ganhava almas e também cuidava delas.
Porém esse rico e abençoado ministério não foi fácil, como ele mesmo conta: “Mesmo depois de termos chegado à província da Macedônia, não descansamos nada. Em todos os lugares houve problemas, lutas com os de fora e medo no nosso coração. Porém Deus, que anima os desanimados, nos animou com a chegada de Tito” (2Co 7.5-6).
 >> Retirado de Refeições Diárias: no Partir do Pão e na Oração. Editora Ultimato.