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terça-feira, 15 de novembro de 2011

A maior família do mundo!


Ziona Chana de Baktawang, Mizoram, Índia, é o patrono da maior família do mundo e se diz abençoado por ter 39 esposas, 94 filhos, 14 noras e 33 netos. Todos eles vivem em um prédio de 4 andares e 100 cômodos entre as colinas da aldeia de Baktwang no estado indiano de Mizoram, a maior estrutura de concreto do local. As esposas não tem problema em compartilhar a cama com ele e são necessários 30 frangos para cada refeição.
A família é organizada com disciplina quase militar, a esposa mais velha Zathiangi organiza o grupo responsável por executar tarefas domésticas como limpar, lavar e preparar as refeições que em média são feitas com 30 frangos, 60 kg de batata e 100 kg de arroz.
O Sr. Chana chegou a se casar com até 10 mulheres em um mesmo ano em seu período mais prolífico, e desfruta de uma cama tamanho Queen Size enquanto as esposas devem sobreviver nos dormitórios coletivos.

Ele mantém as mulheres mais jovens perto do seu quarto no último andar e seus filhos mais velhos dormem mais distantes no primeiro andar. Há um sistema rotativo para as visitas ao quarto do Sr. Chana. Rinkmini, um das esposas do Sr. Chana que têm 35 anos, disse:

- "Nós ficamos ao redor dele já que ele é a pessoa mais importante na casa. Ele é a pessoa mais bonita na aldeia". Ela diz que Sr. Chana notou-a 18 anos atrás em um passeio matutino na aldeia e escreveu uma carta pedindo sua mão em casamento.
Outras das esposas dele, Huntharnghanki, disse que a família inteira se dá bem. O sistema familiar é baseado em muito amor mútuo e respeito.

A seita religiosa do Sr. Chana não é, como podemos dizer, muito popular. Só tem 4 seguidores, mas mesmo assim ele não deixa de procurar esposas novas.

- "Para ampliar minha seita, eu estou disposto ir até mesmo para o EUA para casar", conclui o feliz Sr. Chana.

Realmente o nome do indiano é muito sugestivo, afinal o cara tem que gostar muito da coisa para ter 39 esposas. Mas eu não sei se dou ao Sr. Chana um troféu de galhardia por criar uma família de 180 pessoas ou um chapéu de touro ingênuo por não levar em conta que seus filhos tem o mesmo sangue correndo nas veias. Vamos supor que ele dá conta do rodízio em 30 dias. Sinceramente não creio que todas as suas esposas estejam dispostas a esperar um mês inteiro para ter lugar na sua cama. De modo que na falta do
Sr. Chana, devem se virar com os Chaninhas mesmo.

sábado, 12 de novembro de 2011

De Igreja em Igreja!



Em seu livro “Meditações Cristãs”, publicado há 68 anos, Alfredo Borges Teixeira, que foi professor do Seminário Teológico da Igreja Presbiteriana Independente, escreve coisas surpreendentemente atuais, como se pode ver logo abaixo. O livro é uma versão devocional de sua “Dogmática Evangélica”, o primeiro compêndio de teologia escrito por um autor brasileiro.



Quando os cristãos se apoiarem na igreja invisível, no lugar da igreja visível, tornar-se-á desnecessário “o expediente improfícuo de se mudarem os crentes de uma igreja para outra em busca de perfeições que não encontram na sua. Em vez disso, sabendo que as imperfeições são inevitáveis no cristianismo organizado, serão levados antes a reconhecer e combater seus próprios defeitos e, em vez de se afastarem dos irmãos faltosos, ajudá-los fraternalmente a corrigirem-se".





(Revista Ultimato, Set/Out 2011)

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Produzindo Glória!


Embora exteriormente estejamos a desgastar-nos, interiormente
estamos sendo renovados dia após dia, pois os nossos sofrimentos leves e momentâneos estão
produzindo para nós uma glória eterna que pesa mais do que todos eles.

2Cor 4.16,17

Amados, creio que as palavras do apóstolo Paulo neste texto ilustram muito da realidade de
nossa igreja neste tempo.
“Não desanimem”. É fim de ano, muita correria, muito cansaço, muitos desafios ainda, por isso
o grito de ordem é não se entreguem ao desânimo, mas tende bom ânimo, Ele venceu e nos
fará vencedores também (Jo 16.33)
“Renovados todos os dias”. Sim é verdade que o peso dos dias nos desgasta, mas é verdade
também que as conquistas e novas alegrias nos renovam. É mais do que verdade que os novos
irmãos, que os novos carentes de nosso amor e trabalho nos fazem buscar “novas forças”, que
os novos problemas e dificuldades nos forçam a pensar novos caminhos, por isso somos sim
renovados todos dias. É preciso.
“Sofrimentos momentâneos”. Das últimas duas décadas que caminhamos juntos, esse ano foi
sem dúvida alguma o tempo de sofrimento mais difícil que enfrentamos. Sé de lembrar já nos
é dolorido, e nos parece muito pesado pra carregar. Mas, notem amados, que o apóstolo nos
lembra que são sofrimentos momentâneos. As nuvens escuras sempre passam. A noite sempre
termina. Por mais difícil que seja, por pesada que esteja: vai passar.
“Eterno peso de glória”. O que a promessa bíblica nos garante é que a glória que Deus está
produzindo em nós através de Seu filho Jesus, usando dos tempos (bons e ruins) essa é eterna,
e tem peso, ou é muito maior que o sofrimento que passamos neste tempo. Tenha certeza,
Deus está trabalhando em você!
É isso querido, vamos juntos permitir o talhar de Deus em nós, para que também como corpo
de Cristo sejamos juntos usados para a glória dEle. Deus está agindo em nós, e o fará também
através de nós.
Ohhh Glória.

Um forte abraço, de seu frágil pastor.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Reputação e Caráter

Ponderações do Arnaldo Jabor no UOL:

"As circunstâncias entre as quais você vive determinam sua reputação. A verdade em que você acredita determina seu caráter.
A reputação é o que acham que você é. O caráter é o que você realmente é...
A reputação é o que você tem quando chega a uma comunidade nova. O caráter é o que você tem quando vai embora...
A reputação é feita em um momento. O caráter é construído em uma vida inteira...
A reputação torna você rico ou pobre. O caráter torna você feliz ou infeliz...
A reputação é o que os homens dizem de você junto à sua sepultura. O caráter é o que os anjos dizem de você diante de Deus."

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

ORAÇÃO DAS CRIANÇAS



Sua professora ficou desesperada. A menina, de sete anos, sumiu da sala. Para piorar, outras três crianças também tinham desaparecido.
Ela começou a procurar por todas as salas, espalhadas pelo templo da igreja onde funcionava o projeto de reforço escolar, que ela mesma fundara havia poucas semanas e coordenava.
Na sua busca naquela manhã, o coração disparado ("onde foram parar?"; "será que foram para a rua, meu Deus?"), uma senhora trouxe uma informação:

-- Tem algumas crianças na sala de oração.
Alívio. Lá estavam as quatro.
A menina contou:
-- Hoje acordei com os gritos dos meus pais brigando. Vi meu pai com um papel na mão. Ele queria que a minha mãe assinasse, para venderem a nossa casa. Ele quer se separar da minha mãe. Então, viemos aqui, com minhas amigas, para Jesus não deixar papai vender a nossa casa e ir embora.
Então, eu me lembrei do salmo 8 ("Da boca de pequeninos e crianças de peito suscitaste força, por causa dos teus adversários, para fazeres emudecer o inimigo e o vingador").
Não é de emudecer?

Desejo-lhe um BOM DIA.
Israel Belo de Azevedo

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Vidas Exemplares - Irena.

Irena Sendler

A Mãe das crianças do Holocausto

“A razão pela qual resgatei as crianças tem origem no meu lar, na minha infância. Fui educada na crença de que uma pessoa necessitada deve ser ajudada com o coração, sem importar a sua religião ou nacionalidade. - Irena Sendler”

Quando a Alemanha Nazista invadiu o país em 1939, Irena era enfermeira no Departamento de bem estar social de Varsóvia, que organizava os espaços de refeição comunitários da cidade. Ali trabalhou incansavelmente para aliviar o sofrimento de milhares de pessoas, tanto judias como católicas. Graças a ela, esses locais não só proporcionavam comida para órfãos, anciãos e pobres como lhes entregavam roupas, medicamentos e dinheiro.
Em 1942, os nazistas criaram um gueto em Varsóvia, e Irena, horrorizada pelas condições em que ali se sobrevivia, uniu-se ao Conselho para a Ajuda aos Judeus,  Zegota. Ela mesma contou:
"Consegui, para mim e minha companheira Irena Schultz, identificações do gabinete sanitário, entre cujas tarefas estava a luta contra as doenças contagiosas. Mais tarde tive êxito ao conseguir passes para outras colaboradoras. Como os alemães invasores tinham medo de que ocorresse uma epidemia de tifo, permitiam que os polacos controlassem o recinto."


Quando Irena caminhava pelas ruas do gueto, levava uma braçadeira com a estrela de David, como sinal de solidariedade e para não chamar a atenção sobre si própria. Pôs-se rapidamente em contacto com famílias, a quem propôs levar os seus filhos para fora do gueto, mas não lhes podia dar garantias de êxito. Eram momentos extremamente difíceis, quando devia convencer os pais a que lhe entregassem os seus filhos e eles lhe perguntavam:
"Podes prometer-me que o meu filho viverá?". Disse Irena, "Que podia prometer, quando nem sequer sabia se conseguiriam sair do gueto?" A única certeza era a de que as crianças morreriam se permanecessem lá. Muitas mães e avós eram reticentes na entrega das crianças, algo absolutamente compreensível, mas que viria a se tornar fatal para elas. Algumas vezes, quando Irena ou as suas companheiras voltavam a visitar as famílias para tentar fazê-las mudar de opinião, verificavam que todos tinham sido levados para os campos da morte.

Ao longo de um ano e meio, até à evacuação do gueto no Verão de 1942, conseguiu resgatar mais de 2.500 crianças por várias vias: começou a recolhê-las em ambulâncias como vítimas de tifo, mas logo se valia de todo o tipo de subterfúgios que servissem para os esconder: sacos, cestos de lixo, caixas de ferramentas, carregamentos de mercadorias, sacas de batatas, caixões... nas suas mãos qualquer elemento transformava-se numa via de fuga.
Irena vivia os tempos da guerra pensando nos tempos de paz e por isso não fica satisfeita só por manter com vida as crianças. Queria que um dia pudessem recuperar os seus verdadeiros nomes, a sua identidade, as suas histórias pessoais e as suas famílias. Concebeu então um arquivo no qual registava os nomes e dados das crianças e as suas novas identidades.
Os nazistas souberam dessas actividades e em 20 de Outubro de 1943; Irena Sendler foi presa pela Gestapo e levada para a infame prisão de Pawiak onde foi brutalmente torturada. Num colchão de palha encontrou uma pequena estampa de Jesus Misericordioso com a inscrição: “Jesus, em Vós confio”, e conservou-a consigo até 1979, quando a ofereceu ao Papa João Paulo II.

Ela, a única que sabia os nomes e moradas das famílias que albergavam crianças judias, suportou a tortura e negou-se a trair seus colaboradores ou as crianças ocultas. Quebraram-lhe os ossos dos pés e das pernas, mas não conseguiram quebrar a sua determinação. Foi condenada à morte. Enquanto esperava pela execução, um soldado alemão levou-a para um "interrogatório adicional". Ao sair, gritou-lhe em polaco "Corra!". No dia seguinte Irena encontrou o seu nome na lista de polacos executados. Os membros da Zegota tinham conseguido deter a execução de Irena subornando os alemães, e Irena continuou a trabalhar com uma identidade falsa.
Em 1944, durante o Levantamento de Varsóvia, colocou as suas listas em dois frascos de vidro e enterrou-os no jardim de uma vizinha para se assegurar de que chegariam às mãos indicadas se ela morresse. Ao acabar a guerra, Irena desenterrou-os e entregou as notas ao doutor Adolfo Berman, o primeiro presidente do comité de salvação dos judeus sobreviventes. Lamentavelmente, a maior parte das famílias das crianças tinha sido morta nos campos de extermínio nazis.
De início, as crianças que não tinham família adoptiva foram cuidadas em diferentes orfanatos e, pouco a pouco, foram enviadas para a Palestina.
As crianças só conheciam Irena pelo seu nome de código "Jolanta". Mas anos depois, quando a sua fotografia saiu num jornal depois de ser premiada pelas suas acções humanitárias durante a guerra, um homem chamou-a por telefone e disse-lhe: "Lembro-me da sua cara. Foi você quem me tirou do gueto." E assim começou a receber muitas chamadas e reconhecimentos públicos.
Em 1965, a organização Yad Vashem de Jerusalém outorgou-lhe o título de Justa entre as Nações e nomeou-a cidadã honorária de Israel. Em Novembro de 2003 o presidente da República Aleksander Kwasniewski, concedeu-lhe a mais alta distinção civil da Polónia: a Ordem da Águia Branca. Irena foi acompanhada pelos seus familiares e por Elzbieta Ficowska, uma das crianças que salvou, que recordava como "a menina da colher de prata".




Irena Sendler em 1942.
Nascimento 15 de fevereiro de 1910
Varsóvia, Congresso da Polónia,
 Império Russo
Morte 12 de maio de 2008 (98 anos)
Varsóvia,  Polónia
Nacionalidade Polonesa
Ocupação Ativista dos Direitos Humanos, enfermeira e assistente social
Religião Católica Romana
Irena Sendler [em polonês] Irena Sendlerowa apelido de solteira Krzyzanowska; (15 de fevereiro de 1910 - 12 de maio de 2008), também conhecida como "o anjo do Gueto de Varsóvia," foi uma ativista dos direitos humanos durante a Segunda Guerra Mundial, tendo contribuido para salvar mais de 2.500 vidas ao levar alimentos, roupas e medicamentos às pessoas barricadas no gueto, com risco da própria vida.



Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.



sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Como não ser esquecido!


 
Conta-se uma história de um empregado em um frigorifico da Noruega.
Certo dia ao término do trabalho foi inspecionar a câmara frigorifica. Inexplicavelmente, a porta se fechou e ele ficou preso dentro da camara. Bateu na porta com força, gritou por socorro, mas ninguém o ouviu, todos já haviam saído para suas casas e era impossível que alguém pudesse escutá-lo.
Já estava quase cinco horas preso, debilitado com a temperatura insuportável.
De repente a porta se abriu e o vigia entrou na câmara e o resgatou com vida.
Depois de salvar a vida do homem, perguntaram ao vigia:
Porque foi abrir a porta da câmara se isto não fazia parte da sua rotina de trabalho?.
Ele explicou: Trabalho nesta empresa há 35 anos, centenas de empregados entram e saem aqui todos os dias e ele é o único que me cumprimenta ao chegar pela manhã e se despede de mim ao sair.
Hoje pela manhã disse “Bom dia” quando chegou.
Entretanto não se despediu de mim na hora da saída.  Imaginei que poderia ter-lhe acontecido algo. Por isto o procurei e o encontrei..

Pergunta: Será que você seria salvo????????