segunda-feira, 21 de outubro de 2013

NÓS DESATADOS


NÓS DESATADOS

Por que me amarro neste cais?
Por que me escondo no porão?
Se o mar aberto é muito mais
E o céu aberto imensidão
Nem sei...
Por que me amarro ao verbo ter?
Por que me escondo tanto assim
Nas aparências do poder
E me encolho dentro em mim?
Se o unigênito de Deus
De seu poder se esvaziou
Mas no barquinho para os seus
O mar e o vento aquietou
Já sei!
A quem criou os céus e o mar
A quem seu próprio Filho deu
Meu coração vou entregar
Navegar, voar, ser seu.

*Wolô é poeta e compositor.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Sonhos, projetos e balões

ENCHENDO BALÕES NUMA FESTA DE CRIANÇA



Numa festa para crianças, tocou-me, antes do início, encher os balões.
Os balões se comportaram muito bem. Eram rosas. Coloriram e alegram o ambiente, num aniversário de menina. Resistiram até o fim.
Ao final da festa, precisei ajudar a explodi-los. Vazios, ocupam pouco espaço. Cheios, parecem que ocupam o mundo.
Balões de festa (chamadas de bexigas, em outras lugares) são uma boa metáfora para os nossos projetos.
Quando, murchos ainda, começam a ganhar o ar de nossos pulmões, representam os nossos sonhos. Cheios, penduradas na sala, são os nossos projetos. Ao fim, sao estourados porque cumpriram seu objetivo: alegrar a festa.
Nasce o sonho, que se torna projeto, que culmina em realidade. Este é o ciclo, que precisamos renovar com novos sonhos e novos projetos.
Falhamos quando não temos projetos.
Falhamos também quando permitimos que estourem nossos balões antes do fim da festa. Precisamos, como balões, ficar no alto da sala, para que o alfinete da crítica não nos esvazie, para que o soco da amargura não nos trave, para que o ataque dos "sábios" que nada realizam não nos desanime.
Há vidas que esperam por nós. Vamos alegrá-las com os nossos balões.


Desejo-lhe um BOM DIA.
Israel Belo de Azevedo

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Libertos para Amar...

   
   
A vida cristã começa quando somos libertados das prisões de nossa própria fabricação. 
O amor da cruz abre as portas da prisão da memória. 
O passado é perdoado e o futuro se abre para novas possibilidades... 
O passado não pode ser uma fonte de confiança nem de condenação
Deus dividiu graciosamente a nossa vida em dias e anos, a fim de podermos abrir mão do ontem e esperar os amanhãs... 
Somos libertados para aceitar e amar a nós mesmos como somos amados pelo Senhor. 
Isto remove os grilhões dos nossos relacionamentos.

“Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (Jo 8:36)

( Lloyd Ogilvie)